Preposições, Composições, Proposições

O Monumento do Ipiranga, inaugurado em 7 de setembro de 1922, em São Paulo, expressa em sua arquitetura controversa, e comemorativa do centenário, os imaginários construídos SOBRE a independência do Brasil – com personagens, episódios, referência à pintura Independência ou Morte de Pedro Américo, além de vários acréscimos posteriores, incluindo os restos mortais de D. Pedro I. Nas vivências da metrópole paulistana, os milhões de habitantes transitam entre códigos distintos e fronteiras diversas, com conexões e bloqueios que informam suas/nossas formas de vida. Hoje, os paulistanos parecem se desprender das narrativas imperialistas, apropriando-se cotidianamente desse Monumento à margem do rio Ipiranga: não SOB condições impositivas, mas COM usos e CONTRA-usos inusitados e encontros ENTRE jovens, idosos, crianças, skatistas, ciclistas, famílias, sons, cheiros, animais, plantas, terra, arquitetura, artefatos etc.

Campos de Preposições é um convite aos encontros. O projeto dispõe-se de modo aberto, afetivo e provocador nas áreas de convivência do Sesc Ipiranga. ENTRE vizinhanças próximas e distantes, COM o Parque da Independência e o Museu Paulista, Heliópolis, antigos palacetes, resquícios do bairro industrial-operário, condomínios residenciais recentes, outras partes de São Paulo, de Brasília e de Londres. Se na linguagem verbal, as preposições exprimem as relações (e descrevem os modos de existência e as fluências do tempo), Campos de Preposições propõe-se imaginar e vivenciar os espaços, as narrativas em jogo, os corpos, as vozes e os ritmos nessa multiplicidade – ENTRE/ COM/ ANTE/ DESDE... públicos diversos, forças, artistas, educadores, potências, instituições, e assim por diante.

O grupo inteiro realizou vivências no Sesc Ipiranga e suas vizinhanças, conhecendo e reconhecendo as disputas por narrativas implicadas no entorno e no tempo atual, dialogando com múltiplas vozes e corpos. PROPOSIÇÕES por artistas e autores serão ativadas e ritmadas no espaço-tempo do Projeto. COMPOSIÇÕES desdobram-se em pesquisas e interlocuções críticas, educacionais e artísticas. E as PREPOSIÇÕES, mais infraestruturais, que se dispõem para usos previstos e imprevistos, abrem-se para apropriações e ressignificações. Quais imaginários, esferas públicas, falas e efeitos estão sendo construídos, desmanchados e/ou desprendidos cotidianamente?

Muitas das ideias que sobreviveram no percurso desta investigação desse grupo expandido emergiram de ruídos de conversas, de resíduos de anotações, de diferentes interpretações de falas ou desenhos - constituindo uma espécie de semântica deslizante. E assim, ao revelá-los aqui, há uma aposta em Campos de Preposições – Sesc Ipiranga, como um diagrama ou uma colagem, capazes de gerar outros sentidos COM a multiplicidade daqueles que tenham também a disponibilidade para o encontro. Celebramos a construção de relações com interesses comuns e diferentes mundos – as energias das conexões, atômicas, afetivas e fortuitas dispostas a se transformarem – com o Sesc São Paulo, a Unidade Sesc Ipiranga, a Central Saint Martins, os colaboradores artistas e autores, que convivem e amplificam as experiências com os públicos e os imprevistos.


O grupo inteiro

Sociabilidade como jogo

Vivemos numa espécie de jogo social no qual as interações com o outro são mediadas pela linguagem. Nesse tabuleiro verbal, as palavras funcionam como peças-chave das relações interpessoais. Como nas frases, os termos aí desempenham funções que extrapolam a identificação isolada deste ou daquele elemento. Produzindo conexões entre eles, tais termos conferem liga e leitura a dinâmicas nas quais indivíduos e grupos se atraem, se observam, se estranham, se juntam e se desviam.

Representando essas ações, os verbos indicam aquilo que acontece durante as experiências do jogo. Esse campo desafiador é atravessado por atos que se processam na interseção entre sujeitos, lugares e contingências. As correlações entre eles são viabilizadas por preposições, como: entre, com, sob, por, contra, perante etc. São elas as responsáveis por ligar as palavras de um enunciado, ao mesmo tempo em que traduzem as diferentes condutas dos “jogadores”. Por exemplo: ele passeia com ela; nós trabalhamos por eles; eles se posicionam contra mim.

Nesse exercício de sociabilidade caberia introduzir certas provocações.

Com base nessa percepção, o Sesc, a Central Saint Martins - University of the Arts London e o Grupo Inteiro articularam-se para desenvolver o projeto Campos de Preposições, iniciativa que marca o começo de uma parceria com a instituição inglesa. Aqui, o jogo cotidiano é incrementado pela inclusão de procedimentos originários das artes visuais, do design, da arquitetura e da tecnologia. Cada qual a seu modo, tais procedimentos são materializados em objetos relacionais, instigadores de interações praticadas pelos públicos nos diferentes locais de convivência do Sesc Ipiranga.

Trata-se da produção de uma nova camada num jogo que, via de regra, se baseia nas características do seu lugar de ocorrência, bem como nas iniciativas daqueles que o ocupam. Ao realizar esse experimento, o Sesc empreende um movimento duplo. Por um lado, convida seus frequentadores a se lançarem em novos desafios de convivência. Por outro, se dispõe a aprender com o que possa surgir de situações que não se deixam prever.

Sesc São Paulo

Na Central Saint Martins pedimos a nossos alunos que “sejam corajosos e façam aquilo que amem”. É crucial que nós mesmos, como faculdade de artes, sigamos nosso próprio conselho.

Herdamos nosso DNA de duas escolas de arte e design do século 19 e ambas as instituições educacionais desenvolveram uma prática radical da arte no século 20 desde de seus primórdios nas Artes & Artesanato.

Os legados destas duas escolas e de sua fusão em 1989, que levou à criação da Central Saint Martins, nos trazem um histórico de artistas e designers que desafiaram e moldaram o mundo ao nosso redor.

É com este espírito de continuidade – o da inovação e da experimentação – que temos forjado nossas conexões com o Brasil. Esta troca de ideias e de educação tem sido cultivada através de diálogos que atravessam fronteiras nacionais, bem como perpassam disciplinas e organizações.

O poder de uma troca não está no compartilhamento de semelhanças, mas sim de diferenças, daí decorre nosso imenso prazer em poder trabalhar em parceria com o Sesc, cujo escopo e experiência em modelos de engajamento alternativos (e inovadores) são tão vastos. Nossos projetos brasileiros contam com a vasta gama de disciplinas disponíveis na Faculdade, da arquitetura às artes cênicas, da curadoria à prática participativa.

Esta colaboração com o coletivo O Grupo Inteiro para a criação de um projeto artístico para as áreas de convivência no Sesc Ipiranga está em perfeito alinhamento com nossas preocupações. Primeiramente, a oportunidade de lidar diretamente com a importantíssima questão da convivência e das “áreas de convivência”, que tem relevância igualmente potente tanto em São Paulo quanto em Londres. Em segundo lugar, a oportunidade de trabalhar com O Grupo Inteiro, cujos trabalhos anteriores tanto nos empolgaram intelectualmente, especialmente com relação à extensão de sua abertura para novas formas de pensar metodologias e reflexões sobre uma “comunicação poética”, ativada através de encontros que são verdadeiramente multidisciplinares, incluindo artes plásticas, design e tecnologia. E, em terceiro lugar, a oportunidade de trabalhar no Sesc Ipiranga, local com um patrimônio histórico, industrial e cultural tão rico.

A Central Saint Martins divide com o Sesc e O Grupo Inteiro o compromisso de desenhar a transformação social”. Ainda que faculdades de artes sejam tradicionalmente vistas como um espaço para o empoderamento individual – o pensar e o fazer como expressão – a arte tem a responsabilidade de se engajar com os contextos sociais e políticos em que é criada. A criatividade não tem utilidade alguma quando restrita a um ateliê ou à academia; é na esfera pública que ela encontra seu poder.

Há alguns anos, talvez estivéssemos preocupados com a homogeneização das culturas devido à globalização, mas atualmente, as narrativas sobre nacionalidades e diferenças tem tido um foco difícil e afiado no Reino Unido. É nosso dever, como faculdade de artes líder no mundo, demonstrar que as linguagens e experiências culturais vão além de fronteiras. Assim como o Sesc, a Central Saint Martins existe para além de suas paredes físicas, dos entornos da cidade ou das margens de um país. As conexões forjadas em todo o mundo, tanto formais quanto informais, nos tornam todos culturalmente mais ricos.

A cultura brasileira constantemente demonstra que a arte e o design são ferramentas para a educação e transformação. A cultura deve cumprir o papel de fortalecer cada canto de comunidade. E, ainda mais importante, a arte – e a educação em artes – não é uma commodity e nossos alunos não são consumidores. Eles são os ativistas culturais de amanhã, hoje sedentos por desafios e oportunidades, um processo que é catalisado por trocas como esta.

Certa vez, um aluno descreveu a Central Saint Martins como um trepa-trepa vazio. Ela é a estrutura com base na qual nossa comunidade de alunos e colaboradores aprende e, assim como qualquer plataforma, não é nada sem aqueles que lhe dão vida. A “escola de artes como estrutura” não é passiva, mas sim uma plataforma que deve continuar a assumir riscos. Em resumo, nós, também, devemos ser corajosos e fazer aquilo que amamos. Central Saint Martins

Participantes

O Grupo Inteiro

Composto por Carol Tonetti, Cláudio Bueno, Ligia Nobre e Vitor Cesar. Reúne diferentes formações e práticas que convergem, estabelecem correspondências e se expandem. Realizam pesquisas, agenciamentos, projetos espaciais, gráficos e tecnológicos em diversas escalas, ativando múltiplos modos de convivência. Desenvolveu trabalhos em exposições e instituições como: Playgrounds (MASP e Sesc Interlagos, 2016); Red Bull Station; Casa do Povo; Manejo, espacialização da obra Restauro do artista Jorge Menna Barreto, na 32a Bienal de São Paulo; Instituto Tomie Ohtake, dentre outros.

Carol Tonetti

Arquiteta, mestre em Projeto, Espaço e Cultura pela FAU-USP (2013) e doutoranda no mesmo programa. É professora na Escola da Cidade desde 2004, onde a partir de 2013 passou a coordenar a sequência de disciplinas voltadas aos meios de expressão e ao desenho. Articula diferentes parcerias e estratégias de ação em projetos com escalas e temporalidades distintas, aproximando arte e arquitetura, teoria e prática. Sua produção volta-se tanto para a prática artística como para projetos arquitetônicos. Realizou trabalhos como a Metacozinha (Casa do Povo, 2015), a Base Móvel (pensada para o Instituto Tomie Ohtake, 2015); projetos arquitetônicos de exposições e espaços transitórios – a exemplo das exposições Descrito como Real (CCSP, 2015) e MANO FATO MANO (CCSP, 2014); a coordenação da equipe de expografia da X Bienal de Arquitetura de São Paulo (2013); .o estudo preliminar do Centro de Desenvolvimento de Educação Infantil CEDEI Sesc (e sua participação na exposição Traces of Centuries & Future Steps - exposição paralela à Bienal de Arquitetura de Veneza de 2012).
website:www.caroltonetti.net

Claudio Bueno

Artista visual e professor, doutor em Artes Visuais pela ECA-USP, com a tese intitulada "Campos de Invisibilidade". Suas práticas se desdobram a partir da experiência do corpo e seus atravessamentos pelos espaços, relações e tecnologias. Participou de exposições e residências nacionais e internacionais, como Videobrasil em Contexto (Delfina Foundation/Londres e Casa Tomada/São Paulo, 2012), Where the streets have no name (Hessel Museum of Art/CCS Bard, Nova York, 2014); Grau Zero (Paço das Artes, São Paulo), entre outras. Realizou falas públicas em galerias e espaços culturais como Whitechapel Gallery (Londres), Humboldt-Universität (Berlim) e diversas universidades brasileiras. Recebeu prêmios como Menção Honrosa no Prix Ars Electronica (Linz), Rumos Arte Cibernética (São Paulo) e Transitio_MX (Cidade do México). Atualmente realiza o projeto Intervalo-Escola, junto com Tainá Azeredo, que pesquisa e experimenta modos de aprendizagem em artes.
website: buenozdiaz.net

Ligia Nobre

Pesquisadora e curadora, opera nos cruzamentos entre arte, design e arquitetura. Mestre em Histories and Theories pela Architectural Association School of Architecture (Londres) e doutoranda em Estética e História da Arte na USP. Atualmente é professora na Escola da Cidade. Atuou na curadoria dos seguintes projetos: MANO FATO MANO (CCSP); X Bienal de Arquitetura de São Paulo; Urban Parangolé com Urban Think Tank para Audi Urban Future Award 2012, dentre outros. Co-dirigiu as plataformas exo experimental org. que promoveu pesquisas urbanas-estéticas e residências artísticas no Ed. Copan (arquivoexo.org /SP) e São Paulo Lab/Studio-X GSAPP Columbia University (NY). Foi pesquisadora e assistente de ensino dos arquitetos Jacques Herzog e Pierre de Meuron no ETH Studio Basel (Basiléia). Coeditora da revista Monolito #17, coordenadora editorial de Trabalhando no Copan de Peter Friedl. Ensaios nas revistas Urbania, TANK, ArtReview, Recibo, Contorno, etc.
website: ligianobre.org

Vitor Cesar

Artista, graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Ceará e mestre em Artes Visuais na ECA/USP, com pesquisa sobre noções de espaço público em práticas artísticas. Integrou o grupo de estudos em artes do Alpendre – espaço multidisciplinar – e fez parte do grupo Transição Listrada. Co-organizou o projeto Arte e esfera pública, edital Conexão Artes Visuais - Minc/Funarte (2008). Trabalha desde 2005 no projeto Basemóvel. Realizou a exposição Anfibologia, tradução (Galpão VB, São Paulo, 2016); Anfibologia, reciprocidad (Museu experimental El Eco, Cidade do México, 2013); Participou do 33 Panorama da Arte Brasileira (Museu de arte Moderna, São Paulo, 2013); 8a Bienal do Mercosul (Porto Alegre, 2011); Realizou residência no programa Videobrasil em contexto, Ujazdowski Castle (Varsóvia, 2015), Capacete (Rio de Janeiro, 2010) e MuseumsQuartier (Viena, 2006). Desenvolveu proposição gráfica do XI SITAC (Cidade do México). Atualmente é professor na Escola Entrópica, Instituto Tomie Ohtake.
website:vitorcesar.org

ANTHONY DAVIES

Professor de Artes Plásticas na faculdade Central Saint Martins. Ele é também fundador (e ex) membro da MayDay Rooms, uma instituição filantrópica educacional em Londres criada em 2011 com o intuito de ser um abrigo seguro para materiais históricos associados a movimentos sociais e à cultura experimental. Até 2015, fez parte de um coletivo formado por um núcleo de colaboradores e membros do corpo docente responsável por programar e dar forma à organização, que enfoca eventos e a ativação do material de acervo. Ele também co-organizou e participou de diversas iniciativas educacionais e organizadas por artistas da Posterstudio (1996-97), Copenhagen Free University (Universidade Livre de Copenhague) (2001-07), Department of Walls and Space (Departamento de Paredes e Espaço) (2007-10) e foi instrumental na recuperação de um considerável acervo associado à educação experimental na Central Saint Martins com o 10th Floor (2009-2011). Como autor e pesquisador independente nos campos da arte, política e economia, tem publicações em diversos veículos, que incluem a Art Monthly, Mute Magazine, Variant, Texte zur Kunst e Metropolis M.

ELIZABETH WRIGHT

Artista e professora universitária, Líder do Ramo 3D do Curso de Graduação em Artes Plásticas da CSM - Central Saint Martins. Tem exposto seu trabalho na Inglaterra, bem como em outros países, desde 1993. Sua pesquisa reflete sobre como o valor é atribuído às práticas artísticas da cópia e do ato de copiar. Interroga simultaneamente os processos miméticos e as tecnologias empregadas na produção material, analógica e digital. Ao especular como mudanças sutis podem ocorrer na percepção empática através da reprodução, foi convidada para criar projetos de arte temporários e permanentes com curadores que atuam na esfera pública: Locus + and Commissions East; centros de pesquisa interdisciplinares; o Centro Tyndall, e os escritórios de arquitetura FAT e MUF. Entre suas exposições mais recentes estão o Ateliê Amden (Amden, Suiça), o Museu für Gegenwartskunst (Siegen, Alemanha) e uma futura exposição em 2017, na Fundação Joan Miró (Barcelona, Espanha). Seu trabalho está presente nos acervos da Tate Britain e do British Arts Council (Conselho Britânico de Artes).

ARETHA SADICK

Persona, hoje intitulada drag queen, criada pelo artista/educador Robson Rozza. Formado em artes cênicas e design de moda, parte destas pesquisas acadêmicas para conceber sua pesquisa artística.

BRUNO MORESCHI

Artista e pesquisador visual. Mestre em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e doutorando pela mesma universidade. Suas pesquisas estão relacionadas ao sistema das artes, criando experiências que problematizem autoria, fato histórico e instituições. Seus projetos artísticos já foram exibidos em instituições como Centro de Arte 2 de Mayo (Madri, Espanha), Kuva Art Academy (Helsinque, Finlândia) Tomie Ohtake (São Paulo), Funarte São Paulo, Paço das Artes (São Paulo), Biblioteca Joanina (Coimbra, Portugal), Frestas Trienal (SESC Sorocaba), Museu de Arte Contemporânea do Paraná (Curitiba), Museu de Arte de Ribeirão Preto, Museu de Arte de Goiânia, entre outras. Possui obras nos acervos do MAC USP, MAC Paraná e Instituto Figueiredo Ferraz. website:brunomoreschi

CLARICE LIMA

Cearense. Formada em dança pela Escola de Dança Moderna MTD - Amsterdamse Hogeschool voor de Kunsten (Holanda). Estudou com David Zambrano e trabalhou com coreógrafos legais como Jan Fabre, Cristian Duarte, Constanza Macras, Thelma Bonavitta, Jorge Garcia, Andréa Bardawil, entre outros. Estabelecida em São Paulo, desenvolve parcerias e estratégias criativas para seguir produzindo seus trabalhos. É residente do projeto LOTE desde sua primeira edição. Em uma noite quente de 2010 criou Clarice Lima & gente fina, elegante e sincera uma não companhia de dança que conta com elenco rotativo compostos por artistas profissionais. Desde que seu filho nasceu, mal consegue assistir os colegas da dança. website: claricelima

DANIELA MATTOS

Artista, educadora e curadora independente. Desenvolve sua produção em artes visuais desde o início dos anos 2000 com enfoque nas práticas da performance, fotografia, videoarte e escrita de artista. Tem atuado em instituições culturais, galerias, espaços geridos por artistas e a universidade, no Brasil e em outros países como Costa Rica, Chile, Eslovênia, França, Estados Unidos, entre outros. Atualmente é Pós-Doutoranda no PPGAV-EBA/UFRJ, com pesquisa acerca das relações entre a escrita e a imagem produzidas por mulheres. website: danielamattos

DANIELLI MENDES

Graduada em bacharelado e licenciatura em dança pelo Departamento de Artes Corporais da Universidade Estadual de Campinas. Intérprete-criadora na Cia. Mariana Muniz de Teatro e Dança de 2007 a 2014.

JERÔNIMO BITTENCOURT

Bailarino, performer, professor e praticante de Parkour há 11 anos. Co-fundador do grupo Le Parkour Brasil, pioneiro e principal responsável por disseminar o Parkour no Brasil. Desde 2008 pesquisa a intersecção entre dança, parkour e arquitetura.

JORGE MENNA BARRETO

Artista e pesquisador, há 18 anos deixa que o lugar determine aquilo que irá construir e, mais recentemente, o que irá comer. Professor no Instituto de Artes da UERJ e doutor em Poéticas Visuais em Artes pela USP. Recentemente concluiu um Pós-doutorado na UDESC, onde se dedicou a investigar relações possíveis entre agroecologia e as práticas site-specific em arte. Atualmenta, na UERJ, desenvolve a pesquisa de extensão Consciência Contextual: entre o artístico e o ambiental. website: jorgemennabarreto

UNAS 

União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região

Entidade sem fins lucrativos decretada de Utilidade Pública Federal, surgiu em meados dos anos 1980 da luta dos moradores da comunidade de Heliópolis, pelo direito à moradia e posse da terra.

Coletivo Zebra5

Formado por seis educadores-artistas que acreditam no jogo como um valioso elemento de aprendizagem estética. Entre outras ações o grupo atua diretamente com o público propondo ações lúdicas, oficinas e experiências com arte e jogo. website: zebra5

Willian Zarella

Artista, cenógrafo e diretor criativo da Elastica SP, empresa especializada em projetos, produção, construção e montagem de exposições.

Ficha técnica

SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO
Administração Regional no Estado de São Paulo

PRESIDENTE DO CONSELHO REGIONAL
Abram Szajman
DIRETOR DO DEPARTAMENTO REGIONAL
Danilo Santos de Miranda

SUPERINTENDENTES
técnico-social Joel Naimayer Padula comunicação social Ivan Giannini administração Luiz Deoclécio Massaro Galina assessoria técnica e de planejamento Sergio José Battistelli

GERENTES
artes visuais e tecnologia Juliana Braga de Mattos adjunta Nilva Luz assistente Sandra Leibovici estudos e desenvolvimento Marta Colabone adjunto Iã Paulo Ribeiro assessoria de relações internacionais Áurea Leszczynski Vieira Goncalves assessora Heloisa Pisani artes gráficas Hélcio Magalhães adjunta Karina C. L. Musumec relações com público Milton Soares de Souza adjunto Carlos Rodolfo T. Cabral sesc ipiranga Mônica Carnieto adjunto Antonio C. Martinelli Junior programação Ana Luísa Sirota (coordenação) e Flavia Leme de Almeida administrativo Walter Gomes Silva comunicação Demétrio de Almeida Leite infraestrutura José Renato Alegreti Dias serviços William Moraes

CENTRAL SAINT MARTINS
– UNIVERSITY OF THE ARTS LONDON

Deborah Cook docente internacional
Anthony Davies conferencista e docente de artes visuais
Dr Jo Wheeler diretor de desenvolvimento internacional
Dr. Elizabeth Wright líder do ramo 3d e docente de artes visuais

pós-graduandos Katie Tindle bacharelado em artes visuais Adeeb Ashfaq bacharelado em artes visuais

agradecimentos ao professor jeremy till pró-reitor de pesquisa, university of the arts london e dr melanie dodd – diretora do programa, práticas espaciais, central saint martins, university of the arts london.

CAMPOS DE PREPOSIÇÕES
idealização O grupo inteiro – Carol Tonetti, Claudio Bueno, Ligia Nobre, Vitor Cesar produção executiva William Zarella cenotecnia Elástica Espacial ação educativa Coletivo Zebra5 assistente de pesquisa e fotografia Julia Valiengo IDENTIDADE VISUAL, projeto gráfico e textos O grupo inteiro edição textos Ananda Carvalho tradução Patrícia Peres Pick

PLATAFORMA ONLINE
concepção, desenvolvimento, edição e design gráfico O grupo inteiro conteúdos O grupo inteiro e Central Saint Martins programação Bruno Favaretto pesquisadores Gabriella Gonçalles, Marian Rosa van Bodegraven (sp), Adeeb Ashfaq, Katie Tindle (lon) edição textos Ananda Carvalho tradução Patrícia Peres Pick fotografias, textos e citações Conforme fontes citadas

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Campos de Preposições
Sesc Ipiranga

de 15 de setembro
a 04 de dezembro

Sesc Ipiranga
R. Bom Pastor, 822 | Mapa
CEP 04203-000. São Paulo SP
Tel +55 11 3340 2000
sescsp.org.br/ipiranga

Visitação
de 15 de setembro a 4 de dezembro de 2016
terças a sextas, das 7h30 às 21h30 | sábados, das 10h às 21h30 | domingos e feriados, das 10h às 18h

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